top of page

Entre Emília e a Escola Cívico-Militar, qual lado Lúcio Flávio vai escolher?

  • Foto do escritor:  Cleiton Bianucci
    Cleiton Bianucci
  • há 7 horas
  • 1 min de leitura

A sessão desta quarta-feira (10) na Câmara de Aracaju deixou uma pergunta no ar.


Ao cobrar a implantação das Escolas Cívico-Militares, a vereadora Moana Valadares fez um apelo público ao vereador Lúcio Flávio, vice-líder da prefeita Emília Corrêa.


O fato chama atenção porque a Escola Cívico-Militar não é uma pauta qualquer. Trata-se de uma das principais bandeiras defendidas pela direita brasileira nos últimos anos. Foi uma pauta defendida pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, por lideranças conservadoras em todo o país e também por grande parte do eleitorado que ajudou a eleger os atuais representantes da direita em Aracaju.


O projeto já foi aprovado pela Câmara. Os recursos foram destinados por meio de emendas do deputado federal Rodrigo Valadares e da vereadora Moana Valadares. Segundo a parlamentar, parte do dinheiro já está disponível nos cofres da Prefeitura.


Ainda assim, o programa continua sem ser executado.


Diante desse cenário, a pergunta surge naturalmente: por que uma pauta tão cara ao eleitorado conservador não tem sido tratada como prioridade pela gestão municipal?


E mais: quem se apresenta como representante desse mesmo eleitorado continuará em silêncio?


Lúcio Flávio ocupa hoje uma posição estratégica. É vice-líder da prefeita, tem acesso à gestão e influência política suficiente para defender publicamente aquilo que acredita.


A questão é simples:


Se a Escola Cívico-Militar é uma pauta importante para a direita, quem foi eleito com o voto da direita deveria cobrar sua implementação?


Ou a fidelidade à gestão deve falar mais alto que a fidelidade às bandeiras defendidas durante anos?

Comentários


bottom of page