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Denúncia gravíssima: secretária de Emília é acusada de exonerar servidores por não apoiarem Rodrigo Valadares

  • Foto do escritor:  Cleiton Bianucci
    Cleiton Bianucci
  • há 5 horas
  • 2 min de leitura
Foto: Reses Sociais | Google
Foto: Reses Sociais | Google

O Metropolitana News da última sexta-feira (5) trouxe à tona uma denúncia que, se confirmada, pode se transformar em um dos maiores escândalos políticos já registrados dentro da gestão municipal de Aracaju.


Uma ouvinte relatou que a secretária municipal da Família e Assistência Social, Simone Valadares, estaria promovendo perseguição política dentro da pasta, com exoneração de servidores que não declaram apoio eleitoral ao seu filho, o deputado federal Rodrigo Valadares.


De acordo com a denúncia, uma coordenadora do CSU estaria atuando como espécie de “informante”, repassando à secretária os nomes de funcionários que não manifestam voto ou apoio político ao parlamentar.


Caso os fatos sejam comprovados, o que se desenha é um cenário extremamente grave:

- uso da máquina pública para fins eleitorais,

- coação de servidores,

- perseguição política,

- e possível abuso de poder administrativo.


A prefeitura não pode permitir que cargos públicos virem moeda de troca eleitoral ou instrumento de pressão política. Servidor não é cabo eleitoral. Secretaria não é comitê de campanha.


Se confirmada, a prática fere princípios básicos da administração pública, como legalidade, impessoalidade e moralidade, podendo inclusive resultar em ação do Ministério Público e investigação por improbidade administrativa.


E a prefeita Emília Corrêa vai fazer o quê?


Diante da gravidade das acusações, não cabe silêncio. A prefeita Emília Corrêa tem o dever institucional de determinar apuração imediata, rigorosa e transparente.


Abrir sindicância. Investigar. Ouvir servidores. Tornar público. Qualquer omissão será interpretada como conivência.


Se nada for feito, ficará evidente para a população que a perseguição política dentro da secretaria ocorre com aval do alto escalão.


A sociedade aracajuana não pode aceitar que a gestão municipal seja usada para favorecer projeto familiar ou eleitoral de ninguém.


A pergunta que fica é direta: A prefeita vai agir com firmeza ou vai fingir que não viu?


Porque, diante de uma denúncia dessa dimensão, o silêncio também é resposta.

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