Denúncia gravíssima: secretária de Emília é acusada de exonerar servidores por não apoiarem Rodrigo Valadares
- Cleiton Bianucci

- 7 de fev.
- 2 min de leitura

O Metropolitana News da última sexta-feira (5) trouxe à tona uma denúncia que, se confirmada, pode se transformar em um dos maiores escândalos políticos já registrados dentro da gestão municipal de Aracaju.
Uma ouvinte relatou que a secretária municipal da Família e Assistência Social, Simone Valadares, estaria promovendo perseguição política dentro da pasta, com exoneração de servidores que não declaram apoio eleitoral ao seu filho, o deputado federal Rodrigo Valadares.
De acordo com a denúncia, uma coordenadora do CSU estaria atuando como espécie de “informante”, repassando à secretária os nomes de funcionários que não manifestam voto ou apoio político ao parlamentar.
Caso os fatos sejam comprovados, o que se desenha é um cenário extremamente grave:
- uso da máquina pública para fins eleitorais,
- coação de servidores,
- perseguição política,
- e possível abuso de poder administrativo.
A prefeitura não pode permitir que cargos públicos virem moeda de troca eleitoral ou instrumento de pressão política. Servidor não é cabo eleitoral. Secretaria não é comitê de campanha.
Se confirmada, a prática fere princípios básicos da administração pública, como legalidade, impessoalidade e moralidade, podendo inclusive resultar em ação do Ministério Público e investigação por improbidade administrativa.
E a prefeita Emília Corrêa vai fazer o quê?
Diante da gravidade das acusações, não cabe silêncio. A prefeita Emília Corrêa tem o dever institucional de determinar apuração imediata, rigorosa e transparente.
Abrir sindicância. Investigar. Ouvir servidores. Tornar público. Qualquer omissão será interpretada como conivência.
Se nada for feito, ficará evidente para a população que a perseguição política dentro da secretaria ocorre com aval do alto escalão.
A sociedade aracajuana não pode aceitar que a gestão municipal seja usada para favorecer projeto familiar ou eleitoral de ninguém.
A pergunta que fica é direta: A prefeita vai agir com firmeza ou vai fingir que não viu?
Porque, diante de uma denúncia dessa dimensão, o silêncio também é resposta.









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