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Secretaria de Estado da Saúde à beira do caos: servidores denunciam descumprimento de acordos e clima de insatisfação

  • Foto do escritor: Diogo Pereira
    Diogo Pereira
  • 17 de jan.
  • 2 min de leitura
Foto: Ilustrativa
Foto: Ilustrativa

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) enfrenta um momento de forte instabilidade interna. Servidores relatam crescente insatisfação após o descumprimento de acordos firmados na gestão anterior, o que tem provocado desgaste, insegurança e apreensão dentro da pasta.


De acordo com informações apuradas, durante a gestão do então secretário de Saúde, Dr. Cláudio Mitidieri, teria sido estabelecido um acordo informal com parte dos servidores e indicados que prestam serviços à SES, definindo uma jornada de trabalho. No entanto, com a mudança no comando da secretaria, o entendimento não estaria mais sendo respeitado.


Segundo relatos, o atual secretário de Saúde passou a exigir o cumprimento de uma carga horária diferente da que havia sido acordada anteriormente, gerando insatisfação entre os trabalhadores, especialmente aqueles que organizaram suas rotinas pessoais e profissionais com base no compromisso firmado na gestão passada.


“O problema não é apenas a mudança de horário, mas o descumprimento de um acordo que foi feito e aceito”, relataram alguns servidores, que pediu anonimato por receio de represálias.

A situação tem provocado um clima de tensão nos corredores da secretaria. Servidores afirmam que a quebra do acordo compromete a motivação das equipes e pode refletir diretamente na qualidade dos serviços prestados à população.


Além disso, há relatos de que a insatisfação atinge também indicados políticos, que se sentem desvalorizados e sem qualquer canal efetivo de diálogo com a atual gestão.


Paralelamente às denúncias relacionadas à jornada de trabalho, outras informações preocupantes começam a vir à tona. Segundo apuração preliminar, haveria um suposto escândalo de grandes proporções envolvendo a Secretaria de Estado da Saúde e uma empresa baiana de manutenção identificada como IBISA.


Ainda não há detalhes oficiais sobre o caso, mas fontes indicam que os valores pagos seriam considerados elevados, o que levanta questionamentos sobre a legalidade e a transparência dos serviços prestados. O assunto, segundo as informações, deverá ser detalhadamente reportado nos próximos dias, à medida que novos dados forem confirmados.


A reportagem ressalta que o espaço permanece aberto para manifestação da Secretaria de Estado da Saúde, bem como do atual secretário e da empresa citada, caso queiram apresentar esclarecimentos sobre os fatos relatados.


Enquanto isso, cresce a expectativa de que o Governo do Estado se posicione e adote medidas para restabelecer o diálogo interno, evitar o agravamento da crise e garantir que a saúde pública não seja prejudicada por conflitos administrativos.

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