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Mistério cerca nomeação da nova diretora do Hospital Regional de Itabaiana

  • Foto do escritor: Diogo Pereira
    Diogo Pereira
  • 1 de set. de 2025
  • 2 min de leitura

“Quem é onde vive, da onde veio, o que come, tudo isso agora no, IstoÉ Sergipe.”

Imagem: Ilustrativa
Imagem: Ilustrativa

A nomeação da nova diretora do Hospital Regional Dr. Pedro Garcia Moreno Filho, em Itabaiana, tem gerado uma série de questionamentos entre a população do município. O principal deles é: quem é, de onde veio e o que representa a nova gestora?


O que se sabe até o momento é que a diretora nunca havia ocupado um cargo de tamanha relevância na saúde pública sergipana. Embora seja reconhecida por sua atuação como assistente social, a responsabilidade de conduzir um dos maiores hospitais do estado exige experiência administrativa e técnica que vai muito além de uma simples indicação política.


Até recentemente, a gestão da unidade estava sob os cuidados do médico Dr. Samuel, que exercia a função de diretor geral “de fato”, mas nunca chegou a ser nomeado oficialmente para o cargo. Com a mudança, ele passou a responder como diretor clínico.


Dr. Samuel, médico experiente, também não escapa das polêmicas. Entre elas, o alto valor de sua remuneração: informações dão conta de que seu salário mensal girava em torno de R$ 50 mil, valor que, somado aos vencimentos de sua esposa, ultrapassaria a marca de R$ 100 mil mensais pagos com recursos públicos.


A saída de Samuel da direção geral abriu espaço para a chegada da nova diretora. No entanto, a escolha da gestão estadual gerou ainda mais dúvidas do que respostas. A profissional permanece praticamente desconhecida até mesmo entre servidores da própria unidade e, segundo relatos, pouco aparece no hospital.


A única certeza, até agora, é que a indicação não foi fruto de critérios técnicos, mas sim de fortes ligações políticas. A população questiona se a saúde de Itabaiana e região, que já enfrenta desafios históricos como superlotação, demora em atendimentos e falta de profissionais, não estará sendo ainda mais prejudicada com uma escolha baseada no compadrio em vez da competência.


Enquanto isso, nos corredores do Hospital Regional e nas ruas de Itabaiana, a pergunta segue ecoando: “Quem é a nova diretora?”.


A sociedade aguarda respostas claras sobre quem irá comandar uma das unidades de saúde mais estratégicas do estado e, principalmente, se terá condições de atender às demandas crescentes da população.

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